Nossa vida é como as quatro estaçoes. Cada um tem que existir pra existir a outra, completando um ciclo. Assim é a nossa vida tbem. Passei por um outono rigoroso, inverno cinzendo, porém chegou a primavera com suas flores lindas e perfumadas. E neste cliclo estou, em um jardim lindo abençoado por Deus. Mas o jardim da minha vida é imenso e preciso contar com amigos pra que ele floresça permanetemente... Grata por colorir meu canteiro com sua amizade...
UM CHEFE, BEM CHATO, ACHANDO QUE SEUS SUBORDINADOS NÃO ESTAVAM MAIS RESPEITANDO SUA LIDERANÇA, RESOLVEU COLOCAR A SEGUINTE PLACA NA PORTA DE SEU ESCRITÓRIO: "AQUI QUEM MANDA SOU EU"
AO VOLTAR DE UMA REUNIÃO, ENCONTROU UM BILHETE JUNTO À PLACA:
"SUA ESPOSA LIGOU E DISSE QUE É PARA O SENHOR LEVAR A PLACA DELA DE VOLTA"
Um Certificado de Amizade para Ti! *´¨`*•.¸??¸.•*´¨`*•. ¸??¨`*•.¸??¸ .•*´¨`*• .¸??.•*´¨`*•.¸ Este poema é muito doce. *´¨`*•.¸??¸.•*´¨`*•. ¸??¨`*•.¸??¸ .•*´¨`*• .¸??.•*´¨`*•.¸ Se eu pudesses apanhar o arco-íris Eu faria apenas para ti *´¨`*•.¸??¸.•*´¨`*•. ¸??¨`*•.¸??¸ .•*´¨`*• .¸??.•*´¨`*•.¸ E eu partilhava sua beleza Nos dias que sentires triste. *´¨`*•.¸??¸.•*´¨`*•. ¸??¨`*•.¸??¸ . •*´¨`*• .¸??.•*´¨`*•.¸ Se pudesse construir uma montanha Tu podias chamar teu; *´¨`*•.¸??¸.•*´¨`*•. ¸??¨`*•.¸??¸ .•*´¨`*• .¸??.•*´¨`*•.¸ Um lugar para encontrar serenidade, Um lugar para estar só. *´¨`*•.¸??¸.•*´¨`*•. ¸??¨`*•.¸??¸ .•*´¨`*• .¸??.•*´¨`*•.¸ Se pudesse levar tuas dificuldades Eu ia os atirar ao mar, *´¨`*•.¸??¸.•*´¨`*•. ¸??¨`*•.¸??¸ .•*´¨`*• .¸??.•*´¨`*•.¸ Mas todas estas coisas deixa-me pensando Que são impossíveis para mim. *´¨`*•.¸??¸.•*´¨`*•. ¸??¨`*•.¸??¸ .•*´¨`*• .¸??.•*´¨`*•.¸ Eu não consigo construir uma montanha Ou apanhar o arco-íris muito menos, *´¨`*•.¸??¸.•*´¨`*•. ¸??¨`*•.¸??¸ .•*´¨`*• .¸??.•*´¨`*•.¸ Mas deixa-me ser o que sei melhor, Um amigo que está sempre ali. *´¨`*•.¸??¸.•*´¨`*•. ¸??¨`*•.¸??¸ .•*´¨`*• .¸??.•*´¨`*•.¸ Penso que mereces um abraço e um beiju
AFINIDADE A afinidade não é o mais brilhante, mas o mais sutil, delicado e penetrante dos sentimentos. O mais independente.
Não importa o tempo, a ausência, os adiamentos, as distâncias, as impossibilidades. Quando há afinidade, qualquer reencontro retoma a relação, o diálogo, a conversa, o afeto, no exato ponto em que foi interrompido. Afinidade é não haver tempo mediando a vida.
É uma vitória do adivinhado sobre o real. Do subjetivo sobre o objetivo. Do permanente sobre o passageiro. Do básico sobre o superficial. Ter afinidade é muito raro.
Mas quando existe não precisa de códigos verbais para se manifestar. Existia antes do conhecimento, irradia durante e permanece depois que as pessoas deixaram de estar juntas. O que você tem dificuldade de expressar a um não afim, sai simples e claro diante de alguém com quem você tem afinidade.
Afinidade é ficar longe pensando parecido a respeito dos mesmos fatos que impressionam, comovem ou mobilizam. É ficar conversando sem trocar palavra. É receber o que vem do outro com aceitação anterior ao entendimento.
Afinidade é sentir com. Nem sentir contra, nem sentir para, nem sentir por, nem sentir pelo. Quanta gente ama loucamente, mas sente contra o ser amado. Quantos amam e sentem para o ser amado, não para eles próprios.
Sentir com é não ter necessidade de explicar o que está sentindo. É olhar e perceber. É mais calar do que falar. Ou quando é falar, jamais explicar, apenas afirmar.
Afinidade é jamais sentir por. Quem sente por, confunde afinidade com masoquismo. Mas quem sente com, avalia sem se contaminar. Compreende sem ocupar o lugar do outro. Aceita para poder questionar. Quem não tem afinidade, questiona por não aceitar.
Só entra em relação rica e saudável com o outro, quem aceita para poder questionar. Não sei se sou claro: quem aceita para poder questionar, não nega ao outro a possibilidade de ser o que é, como é, da maneira que é. E, aceitando-o, aí sim, pode questionar, até duramente, se for o caso. Isso é afinidade. Mas o habitual é vermos alguém questionar porque não aceita o outro como ele é. Por isso, aliás, questiona. Questionamento de afins, eis a (in)fluência. Questionamento de não afins, eis a guerra.
A afinidade não precisa do amor. Pode existir com ou sem ele. Independente dele. A quilômetros de distância. Na maneira de falar, de escrever, de andar, de respirar. Há afinidade por pessoas a quem apenas vemos passar, por vizinhos com quem nunca falamos e de quem nada sabemos. Há afinidade com pessoas de outros continentes a quem nunca vemos, veremos ou falaremos.
Quem pode afirmar que, durante o sono, fluidos nossos não saem para buscar sintomas com pessoas distantes, com amigos a quem não vemos, com amores latentes, com irmãos do não vivido?
A afinidade é singular, discreta e independente, porque não precisa do tempo para existir. Vinte anos sem ver aquela pessoa com quem se estabeleceu o vínculo da afinidade! No dia em que a vir de novo, você vai prosseguir a relação exatamente do ponto em que parou. Afinidade é a adivinhação de essências não conhecidas nem pelas pessoas que as tem.
Por prescindir do tempo e ser a ele superior, a afinidade vence a morte, porque cada um de nós traz afinidades ancestrais com a experiência da espécie no inconsciente. Ela se prolonga nas células dos que nascem de nós, para encontrar sintonias futuras nas quais estaremos presentes. Sensível é a afinidade. É exigente, apenas de que as pessoas evoluam parecido. Que a erosão, amadurecimento ou aperfeiçoamento sejam do mesmo grau, porque o que define a afinidade é a sua existência também depois.
Aquele ou aquela de quem você foi tão amigo ou amado, e anos depois encontra com saudade ou alegria, mas percebe que não vai conseguir restituir o clima afetivo de antes, é alguém com quem a afinidade foi temporária. E afinidade real não é temporária. É supratemporal. Nada mais doloroso que contemplar afinidade morta, ou a ilusão de que as vivências daquela época eram afinidade. A pessoa mudou, transformou-se por outros meios. A vida passou por ela e fez tempestades, chuvas, plantios de resultado diverso.
Afinidade é ter perdas semelhantes e iguais esperanças, é conversar no silêncio, tanto das possibilidades exercidas, quantos das impossibilidades vividas.
Afinidade é retomar a relação do ponto em que parou, sem lamentar o tempo da separação. Porque tempo e separação nunca existiram. Foram apenas a oportunidade dada (tirada) pela vida, para que a maturação comum pudesse se dar. E para que cada pessoa pudesse e possa ser, cada vez mais, a expressão do outro sob a forma ampliada e refletida do eu individual aprimorado. com carinho
Carinho é fonte energética. Carinho é caminho de amor. Carinho nunca é demais. A afetividade é importante, sim. Pois, como um ser humano ainda imperfeito, ainda aprendiz, pode bastar-se a si mesmo? Não, amigos, a individualidade, sem dúvida, é direito de cada um de nós. Mas, em excesso, é egoísmo.
Viemos aqui para aprender. Aprendizagem é sinônimo de troca de experiências, troca de energia, troca de informações, troca de afeto, troca e troca...
Carinho é plumagem bonita, macia, gostosa de sentir. Quem dá afeto se fortifica; quem o recebe se acalma, se tranqüiliza, se equilibra.
Carinho é sinônimo de amor, amigos. Amor é bálsamo para a nossa condição de criança espiritual. Criança precisa de amor para crescer psicologicamente, afetivamente e fisicamente saudável.
Criança precisa de apoio e de muita troca. Portanto, também nós precisamos de afeto. Não esqueçam desse detalhe amigos: amor é fonte de energia, é vida, é crescimento. Dêem e aceitem todo o tipo de afeto com verdadeiro amor.
UM CHEFE, BEM CHATO, ACHANDO QUE SEUS SUBORDINADOS NÃO ESTAVAM MAIS RESPEITANDO SUA LIDERANÇA, RESOLVEU COLOCAR A SEGUINTE PLACA NA PORTA DE SEU ESCRITÓRIO: